Onde a demanda real encontra seus piores ranqueamentos
Escolha um nível — palavra-chave ou página — e leia a demanda em um eixo contra a posição orgânica média no outro. Cada marca de canal mostra onde aquela entidade ranqueia naquela plataforma, dimensionada pelos seus cliques.
Comece pelo potencial mais claro
Marcas de alta demanda em posições médias piores têm o potencial de ranqueamento mais claro — comece por elas. Fique de olho também nas marcas de alta demanda próximas ao topo dos resultados, pois uma pequena perda de ranqueamento nelas pode custar cliques consolidados que levaram muito tempo para serem conquistados.
- ✓Demanda versus posição média — rank 1 no topo, demanda a partir de impressões em todos os canais conectados no outro eixo.
- ✓Google Search Console e Bing Webmaster Tools — ambos incluídos; plataformas pagas são excluídas, pois não possuem ranqueamento orgânico.
- ✓Marcas de canal, dimensionadas por cliques — uma marca por plataforma orgânica em que uma entidade ranqueia, dimensionada pelos cliques daquele canal.
- ✓Compare entidades de forma justa — use os valores de demanda e posição média para comparar palavras-chave ou páginas diretamente, não apenas observando o gráfico.
Um ranqueamento orgânico #1 ainda pode nunca ser citado
Posição orgânica e citação em IA são sinais separados. Depois de saber onde você ranqueia, verifique a Lacuna entre Citação e Ranqueamento para ver se aquele ranqueamento está realmente gerando uma citação em IA — ou se um concorrente está vencendo a resposta de qualquer forma.
- ✓Vencedores invisíveis — consultas para as quais você ranqueia no topo ou próximo, mas que nenhum assistente de IA jamais citou.
- ✓Lacuna inversa — páginas nas quais a IA já confia, apesar de um ranqueamento orgânico ruim.
- ✓Dois sinais, um relatório — veja ambos sem precisar consultar duas ferramentas separadas.
Pronto para ver a demanda contra seus ranqueamentos reais?
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